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Devolvam os janeiros de Copinha ao Flamengo!

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Devolvam os janeiros de Copinha ao Flamengo!

    Nunca é demais lembrar: o Clube não se confunde com o Time do Flamengo, este sobrepondo-se àquele.

    Os playbas do Leblon não têm qualquer legitimidade em representar o povo flamengo, por isso que míseros 1731 votos elegeram o atual mandatário que comanda o destino de mais de 40 milhões de adeptos.

    O ano já se inicia com a retumbante ausência do rubro-negro no mais querido torneio de juniores do Brasil.

    Esses caras provavelmente nunca chegaram mais cedo no Maracanã para acompanhar as preliminares debaixo de um severo Sol que castigava sobretudo o nosso lado. 

    A massa flamenga queria ver neste inicio de 2026 a garotada na Copinha em busca do Penta.

    Mas não: sequer ouviram as vozes das ruas.

    A cúpula ilegítima não cultiva os mesmos valores, ainda que tenham um orçamento de bilhão de reais.

    Recordo-me ter ido ver a final da Copinha de 2011 com dois camaradas: Vicente e Vilela. Fomos de buzum pra Sampa num Sábado para ver a final no Domingo de manhã no Pacaembu contra o Baêa. Voltamos com estórias da noite paulistana e com o bicampeonato nacional.

    Pessoalmente tinha cá comigo a gana de igualar o palmarès do Fluminense, clube que ganhou várias Copinhas na época em que poucos times disputavam-na.

    Mas não. Foi-nos retirado a forceps o sonho do Penta.

    Que mandassem o sub 17, os reservas dos reservas ou criassem um novo escrete.

     Mas boicotar a Copinha é uma traição.

     Quer parecer haver politicagem com vistas a tentar desprestigiar a federação bandeirante. 

    Não conseguirão, contudo.

     O Flamengo é gigante, mas não deve tentar se sobrepor às tradições, sob pena de alimentar desnecessária antipatia.

    Vejam que os demais pavilhões sociais cariocas, todos bem mais pobres, rumaram para São Paulo, como sempre mandou a tradição, noves fora as agremiações vindas de todos os pontos deste país continental, as quais viajam dias de ônibus Brasil afora.

    Jogar a Copinha é obrigação, notadamente para o Flamengo, o mais nacional dos quadros pátrios.

    Que se explodam argumentos inverídicos financeiros, mesmo porque a miopia da direção ilegítima não consegue calcular a intagibilidade de bens imateriais como a participação de torneios que tais, desinfluente o resultado.

    Ficar órfão do Flamengo na Copinha em janeiro é, antes de tudo, uma insensibilidade histórica.

    Privar o país de assistir o Flamengo na Copa São Paulo é, acima de tudo, uma irresponsabilidade épica.

    Aos ilegítimos da Gávea, eis o nosso grito: devolvam-nos a Copinha!

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