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Notícias e Opiniões

FLAMENGUISTAS MUNDIALMENTE SOBERBOS - a nova era se apresenta

Detalhes do produto:

Minha flamenguistazinha é foda.

Puta que pariu,

minha filhota é muito Flamengo,

cara.


 

Muito maneiro ser pai dela.

A gente estava junto em 19;

em 20 eu viajei,

não estávamos juntos;

em 22 a gente estava junto;

em 24 a gente estava junto,

na Copa do Brasil;

e em 25,

agora,

também no Brasileiro e na Libertadores.


 

Sempre juntos:

eu,

ela e o irmão.

Sempre.

Sempre a gente.

Sempre nós três.

Foda pra caralho.


 

Ontem,

pela primeira vez,

ela pediu pra ver o jogo com os amigos.


 

Eu falei:

“Pô, lógico, filha, vai curtir”.


 

Claro que sempre com aquele medinho,

né?

“Pô, vai que dá errado…”

Mas não deu errado,

deu certo.


 

O Flamengo jogou o jogo.

É…

sofreu pressão no primeiro tempo,

faz parte,

mas se defendeu bem.


 

Teve uma ou duas bolas que podiam ter virado o jogo,

e perdeu nos pênaltis;

os caras erraram quatro,

chato.


 

Mas não é só sobre o jogo,

é também sobre ser pai de uma flamenguista.

O vídeo dela é sobre o amor rubro-negro a nos legitimar.

É sobre a minha filha estar,

longe de mim,

vendo um jogo e,

mesmo assim,

estar comigo a ponto de fazer questão de ver,

ao vivo,

o gol do Jorginho na TV do bar onde ela estava e,

ao mesmo tempo,

online,

ao vivo,

em vídeo comigo.


 

É muito orgulho da filhota.


 

Eu e o irmão dela estávamos juntos,

vendo em casa,

sentindo muito a falta dela,

enquanto a Maricota via com os amigos e comigo ao mesmo tempo.


 

Ser Flamengo com dois filhos e ter esse elo futebolístico com eles é uma parada que não se explica.


 

É de outro planeta.


 

É outro patamar.


 

E o Flamengo que eles estão vendo é outro Flamengo.


 

É um Flamengo que joga bola,

é um Flamengo que chega a finais.


 

O Flamengo começou a disputar a Libertadores;

antes,

não disputava.


 

O começo da pedra fundamental:

Bandeira de Mello.


 

Aí,

sabendo o seu tamanho,

o que aconteceu?

Começou a ganhar a Libertadores,

cometeu uns erros de abandonar o Brasileiro aqui ou ali,

e aí acabou botando uma pressão desnecessária na Libertadores,

mas disputa.


 

Acaba ganhando.


 

Ganhou três nos últimos tempos.


 

E agora chega às finais desses torneios mundiais de verão,

sacou?


 

E é isso.


 

Chega lá e pode ganhar,

pode perder.


 

Daqui a pouco vai ganhar.


 

Perdeu três,

né?


 

Perdeu em 19.


 

Perdeu esse ano também,

no começo.

Perdeu agora,

e,

por isso mesmo,

está cada vez mais perto de voltar a ganhar essa taça também.


 

Mas,

cara,

não é só sobre isso.


 

É sobre ser Flamengo com a minha filhota e seu irmão.

E essa menina linda e maravilhosa ama ser Flamengo junto a nós;

ela é Flamengo pra caralho.


 

Muito orgulho da minha pequena.


 

Que o Flamengo continue a nos ajudar a amarmos-nos mutuamente e simultaneamente duas vezes por semana até que a morte nos separe.


 

Uma vez Flamengo,


 

Flamengo (com meus filhos) até morrer.


 

Em menos, possivelmente bem menos de 50 anos seremos os mais ricos do mundo. 


 

O maior do mundo!

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